sábado, 11 de fevereiro de 2012

Aprenda a beijar uma mulher

Nada como um beijo bem dado

VEJA O VIDEO E SAIBA COMO..



Tiro e queda meu Jovem!!

Fonte: Nao intendo

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O novo rock nacional

         O Fikadicas selecionou os melhores clipes da nova geração do rock nacional, gostem ou não alguém pelo menos está tentando mudar.

  

 





segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Músicas que vão atrapalhar o seu verão 2012

Foto do Latino no clipe da música kuduro
Todo ano durante o verão várias músicas surgem  como "lixos" para os seus ouvidos e ainda ficam com o titulo de hit da estação, foi o caso de inumeras músicas como  "Liga da justiça" e "Minha mulher não deixa não" no verão passado, do Rebolation em 2010 e muitas outras nos anos anteriores.

        Certamente você vai escutar na praia com aquele som !


Parangolé - Madeira de Lei;
Asa de Águia - Musa Doidinha;
Daddy Kall e Latino - Vem dançar Kuduro
Chiclete com Banana - Amor da minha vida;
Ivete Sangalo - Qui belê;
Claudia Leitte - Dia da farra e do beijo;
Tuca Fernandes - Fevereira;
Tomate - Uh bebê;
Cheiro de Amor - Me agarra;
Banda Eva - Circulou;
Psirico - Bate cabelo;
Jammil - Colorir Papel;

5 coisas que a música pode fazer com o seu cérebro

Aliviar dores e possibilitar maior desempenho de atletas são apenas alguns dos efeitos causados pela música no ser humano.



Como sabemos, o cérebro é responsável pela percepção que temos do mundo, desde as funções mais básicas do nosso corpo até os sentimentos complexos e quase inexplicáveis passam por esse órgão. Logo, o ato de ouvir música não poderia ser diferente.

Porém, o que talvez você não saiba é que a música causa efeitos muito curiosos em nossos cérebros, chegando a influenciar, inclusive, hábitos de consumo e a forma como percebemos o passar do tempo. Confira, a seguir, uma lista de sensações e benefícios que aquele seu disco favorito pode proporcionar.

1. Com música, o tempo passa diferente



Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.

O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.

O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.

Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.

E pense bem antes de escutar "Friday" enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.

2. Música mexe com nosso medo instintivo

Gritos de porcos no abate foram usados na sonoplastia do filme O Exorcista

Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.

Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme.

Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.

3. Academia e música: combinação perfeita


Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma. Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo.

Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr. Mas os benefícios não acabam por aí.

A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.

4. Mais uma cerveja! E aumenta o som, DJ!


Por esta todo mundo esperava: a música que toca na balada altera a percepção humana sobre as bebidas, fazendo com que clientes consumam mais do que o normal e até solicitem determinados drinks. Quer um exemplo? De acordo com o artigo “The Effect of Background Music on the Taste of Wine” (PDF em inglês), a música clássica faz com que os clientes peçam vinhos mais caros, já que se deixam levar pela ideia de sofisticação e riqueza que circunda as obras de Mozart e outros compositores.

Além disso, outros estudos indicam que a música ambiente também altera o sabor do vinho. Dependendo da canção que está tocando, a bebida pode parecer mais refrescante ou doce do que o normal. O professor Adrian Nort, responsável pelo estudo, também constatou, em uma pesquisa anterior, que se um mercado tocasse músicas com som de acordeão, os clientes acabavam comprando mais vinhos franceses do que alemães.


É claro que isso não se restringe ao mundo dos vinhos. Músicas agitadas e com batidas fortes fazem com que as pessoas consumam mais álcool em bares e boates. Os ambientes ruidosos tambem colaboram para que as pessoas percam o bom senso e bebam mais do que o normal.

Mas quando o assunto são os restaurantes, as músicas calmas é que fazem os clientes pedir uma dose extra. Por deixarem os consumidores mais relaxados, é muito provável que eles continuem sentados e conversando, mesmo depois de terem terminado a refeição.

Assim, aumentam as chances de que o consumidor peça mais uma garrafa de bebida para continuar o papo.

5. Música melhora a comunicação


Você sempre detestou as aulas de piano ou violão que sua mãe insistia para você fazer? Pois agora, agradeça: estudar música faz com que seja mais fácil reconhecer variações sutis de emoções em outras pessoas. Além disso, em um ambiente com muito barulho, o estudante de música consegue filtrar melhor os ruídos e se concentrar na conversa de que está participando.

Experimentos atestam que estudantes de música conseguem expressar melhor suas emoções e reconhecer o estado emocional de outras pessoas com mais sensibilidade, analisando, por exemplo, o tom de voz da pessoa que estiver falando. E mais: essa habilidade se torna mais desenvolvida de acordo com o tempo dedicado aos estudos.

Portanto, lembre-se: as aulas de música tidas na infância podem ajudar alguém a se tornar um profissional com uma ótima capacidade de comunicação. ..... Não tem desculpa para deixar a música de lado. Quem gosta de apreciar esse tipo de arte agora já pode comprar suas faixas favoritas pela iTunes Store brasileira.

E se quiser dar um passo adiante, o Baixaki possui uma seção dedicada apenas para ferramentas de áudio, incluindo uma listagem de softwares para educação musical e discotecagem.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

“A lei deveria proteger os feios”


Autor do livro “Beauty pays: why atractive people are more successful” (“A beleza rende: por que as pessoas atraentes são mais bem sucedidas”), Daniel Hamermesh calculou em US$ 230 mil o valor que uma pessoa extremamente atraente recebe a mais do que uma feia ao longo da vida por conta de sua aparência. Na entrevista abaixo, o economista da Universidade do Texas, nos EUA, explica por que acha que esse tipo de benefício é “puro preconceito” e que deveria haver uma proteção legal para as pessoas sem dotes estéticos.


Algumas pessoas vão ler o seu livro e pensar que existe uma injustiça contra os mais feios. Essa é uma forma justa de interpretar o seu livro? Precisamos fazer alguma coisa contra essa “injustiça”?

Meu sentimento pessoal é de que as desvantagens de ser feio não são diferentes das desvantagens de ter alguma incapacidade ou, como no meu país, ser de alguma determinada raça. Logicamente, é muito difícil mudar a sua aparência, nascemos assim. E, por isso, acho que esse tratamento dado aos feios no mercado de trabalho é pura discriminação. Se não houvesse prejuízo, se não houvessem efeitos colaterais, eu não seria a favor de algum tipo de proteção para as pessoas de má aparência.

Como essa proteção funcionaria? Seria preciso algum tipo de parâmetro legal para definir quem é feio e quem não é?

É muito direto. Atualmente, protegemos os portadores de deficiências nos Estados Unidos contra discriminação nas contratações através do Americans with Disabilities Act, como acontece em outros países. O que acontece é que não existe uma definição de deficiência. Existem grupos de pessoas que acreditam que um empregador específico praticou discriminação contra elas e quese juntam em ações civis contra o empregador. Alguém pode fazer a mesma coisa com aparência. Por exemplo, a Abercrombie & Fitch supostamente teria dito aos seus gerentes que queriam promover pessoas sensuais. E essa é uma típica declaração discriminatória. Se os feios estivessem protegidos pela lei, eles estariam processando a Abercrombie & Fitch - e teriam um argumento muito bom. Então, você não precisa definir feiúra, você precisa de um grupo de pessoas que digam, “sim, aqui está um conjunto de ações discriminatórias em que a gente se qualifica”.

Fora da questão legal, as pessoas precisam agir de forma diferente diante da beleza? Muitas pessoas pensam que a preferência pelos belos é algo natural, que vem da nossa seleção natural e que não há nada que possa ser feito.

Eu discordo disso. Talvez pode ter sido algo relacionado com seleção natural e evolução alguns milhares de anos atrás. Mas, agora, ser bonito não é uma garantia maior de capacidade de reprodução do que ter duas orelhas. Boa aparência é um indicador de boa saúde tão bom quanto qualquer outra coisa. A beleza não tem mais nenhuma relevância evolutiva, é algo que sobrou do nosso passado. E por essa razão acredito que não há mais justificativa para isso. Sim, as pessoas precisam mudar suas atitudes. Mas o problema está em todos nós, não apenas nos maus.

Em que casos a escolha dos mais belos pode ser justificada? Além do mundo da moda ou do cinema, em que tipos de empresas a contratação de alguém bonito pode ser uma prática justa?

Essa é uma pergunta muito difícil. Por exemplo, a cadeira de restaurantes Hooters (onde as garçonetes atendem com roupas mínimas) pode argumentar que precisa de mulheres bonitas porque isso faz parte do seu nicho de mercado. Talvez eles possam se safar dessa. Mas o que acontece se uma loja de departamentos precisa de mulheres bonitas para vender maquiagem? Onde se estabelece o limite? Você está pedindo uma resposta muito difícil. Consigo imaginar alguns casos em que a beleza esteja justificada, mas daí vejo outras empresas dizendo: “nós precisamos de beleza também porque as pessoas querem isso”. A questão é: como estabelecer um limite? Eu não tenho a resposta.

Seu trabalho é baseado em médias: algumas ocupações pagam um prêmio pela beleza bem mais alto que outros. Quais são esses ramos onde ser bonito faz muita diferença?

Analisei estudos de oito ocupações diferentes. Em todas elas a beleza importa. Obviamente, importa mais em umas do que em outras. Mas até entre professores, onde você poderia pensar que aparência não faz nenhuma diferença, a beleza faz muita diferença. É claro que importa mais em empregos para vendedores. Os estudos sobre prostituição mostram que faz muita diferença neste setor também. É muito importante na política, o que não é surpreendente. Sim, a média não é pequena, mas também não é grande. E, sim, varia muito entre as ocupações. No entanto, em todas as que pesquisamos, a beleza importa. E esse é um argumento crucial.

Em algum tipo de emprego você ficou chocado com o tamanho do prêmio da beleza?

Fiquei surpreso com as pesquisas que eu e outros pesquisadores fizemos sobre professores. Não consigo entender porque a beleza importa para professores, que estão lá para transmitir conhecimento. E, ainda assim, alunos vão prestar mais atenção e vão faltar menos se o professor for atraente. Acho que não é surpreendente, mas mostra como essa discriminação está por todas as partes.

Quanto um professor bonito ganha a mais do que um feio?

Um estudo recente no Canadá diz que é algo em torno de 6% a 8%. Não é um número desprezível.

Enquanto o comportamento geral da sociedade não muda, a educação é a única saída para os feios compensarem a desvantagem?

Sim, claro, a educação importa muito e importa mais do que o visual. Mas digamos que você seja feio e burro. Estas não são as duas características que fazem diferença. Força, personalidade e habilidades artísticas também fazem diferença. A questão é que, se você não for muito bom em alguma característica, deve tirar vantagem das coisas em que você é bom. Trabalhe seus pontos fortes. Existem muitas coisas que influenciam o sucesso das nossas vidas. Só porque falta uma coisa na sua vida, não significa que podem não pode se dar bem. Esse é o principal conselho do livro.

A beleza pode ser uma armadilha para os mais belos?

Acho que não. Mas, sim, se você só tem beleza, você não vai muito longe porque há outras coisas que importam o tanto quanto. No entanto, a beleza te dá uma vantagem. E, nesse sentido, não é uma armadilha, é uma bênção. O meu estudo diz qual é o tamanho dessa vantagem. Ela tem um tamanho significativo, mas está longe de ser tudo. Se eu fosse um adolescente bonito e inteligente, diria “eu tenho essa vantagem, mas eu quero mais e tenho que trabalhar nessas outras dimensões da vida”.

A beleza está cada vez mais importante?

Não acredito nisso. Primeiro, um dos estudos que eu cito no livro foi feito nos Estados Unidos há 10 anos e mostra dados muito parecidos com os meus, que são baseados em dados dos anos 70. Segundo, as pessoas sempre foram preocupadas com as aparências. Sim, estamos falando bastante disso agora e o assunto está mais visível para mais pessoas por causa da mídia de massa. Mas, em termos de sociedade, não vejo nenhum crescimento. Não acho que vá ficar pior ou que vá melhorar logo adiante. Prevejo pouca mudança.

O preconceito baseado em aparência é uma causa relevante que pode interessar os políticos para criar novas leis?

Eu certamente não quero me envolver pessoalmente em lobby. Mas o Americans with Disabilities Act (Lei contra o preconceito voltado à pessoas com deficiências nos EUA) foi resultado de lobby de grupos interessados. E posso imaginar que grupos de pessoas que se sentem discriminados por causa da aparência podem pressionar seus representantes para criar leis neste sentido. É assim que sempre funciona em uma democracia. Talvez aconteça. Certamente não vai acontecer agora devido ao desemprego alto no meu país. Esse é o tipo de coisa que é discutida durante os bons tempos. Quem imaginaria nos anos 70 que teríamos o Americans with Disabilities Act nos anos 90?

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